Cardápios QR

Totem de autoatendimento ou QR code na mesa?

Totem de autoatendimento, garçom ou QR code na mesa? Como funciona cada um, quanto custa e qual combina com o seu restaurante.

Por Equipe Acuolina4 min de leitura

Uma mesa de restaurante com um display de QR code e um celular enviando um pedido para a cozinha
Neste artigo
  1. Totem ou QR code: qual combina com o seu restaurante?
  2. Como funciona o pedido pelo QR code na mesa?
  3. Garçom, QR code ou totem: o que compensa?
  4. O cliente quer pedir pelo celular?
  5. Um QR code por mesa ou um para o restaurante todo?
  6. Como começar sem bagunça?
  7. Quanto custa?

Totem de autoatendimento e QR code na mesa resolvem o mesmo problema: deixar o cliente fazer o pedido sem esperar o garçom. O totem é uma tela touch no salão ou no balcão; o QR code faz o mesmo no celular do cliente, sentado à mesa, sem comprar equipamento nenhum.

Para fast food e balcão com fila, o totem pode valer o investimento. Para restaurantes com mesa, bares e cafés, o QR code costuma sair bem mais barato e funcionar melhor ao lado do garçom, e não no lugar dele. Veja como cada um funciona e qual combina com você.

Totem ou QR code: qual combina com o seu restaurante?

A resposta curta, antes dos detalhes:

  • QR code na mesa, se o cliente senta e espera para pedir, ou só pede a segunda rodada quando alguém passa.
  • QR code, para bares, cafés, quiosques de praia, quartos de hotel e áreas externas com mesas espalhadas.
  • Totem, para fast food e balcão com fila, onde o cliente pede em pé e retira no balcão.
  • Sempre, deixe um jeito de pedir pessoalmente e alguns cardápios impressos.

O pedido na mesa é um dos usos do cardápio digital; se você ainda não tem um, comece por ele.

Como funciona o pedido pelo QR code na mesa?

  1. O cliente lê o código no display de mesa com a câmera. O cardápio abre no navegador, sem aplicativo.
  2. Ele vê o cardápio e coloca os pratos no carrinho, com observações e adicionais.
  3. Ele confirma a mesa. Ou o código já traz o número da mesa, ou o cliente digita na hora do pedido.
  4. Ele envia o pedido. O pedido chega onde a equipe vai ver: um painel de pedidos em tempo real, uma impressora na cozinha, o WhatsApp ou SMS.
  5. A equipe prepara e serve como sempre e recebe no caixa ou na mesa, a não ser que o cliente já tenha pagado online.

Na Acuolina, você ativa o pedido na mesa nas configurações de pedidos, escolhe os campos que o cliente preenche (por exemplo, "Mesa") e como os pedidos chegam: painel, WhatsApp, SMS ou e-mail. Sem comissão por pedido.

Garçom, QR code ou totem: o que compensa?

Pedido com o garçomQR code na mesaTotem de autoatendimento
EquipamentoBloco ou comanda eletrônicaNenhum: displays impressosUma tela touch por totem
O cliente espera para pedirAté um garçom ficar livreNãoFila nos horários de pico
Segunda rodadaQuando o garçom passaQuando quiser, pelo celularO cliente volta ao totem
IdiomaO do garçomO do celular, se o cardápio aceitarGeralmente poucos idiomas
Ideal paraAlta gastronomia, clientes mais velhosRestaurantes com mesa, bares, áreas externasFast food, balcão
Custo para manterTempo da equipeDe grátis a um plano mensalEquipamento, software e manutenção

Os valores dependem da sua operação, então peça orçamentos em vez de confiar numa tabela. Mas a ordem dos custos quase nunca muda: o QR code é o jeito mais barato de o cliente pedir sem esperar.

O cliente quer pedir pelo celular?

Muitos querem, nem todos. Uma pesquisa da William Blair de 2023, publicada pelo Restaurant Dive, mostrou que 47% dos consumidores americanos não se sentiam à vontade usando QR code para ver o cardápio, pedir e pagar, e 65% entre quem tem mais de 60 anos. Os mais jovens se mostraram bem mais abertos.

Por isso o pedido pelo celular deve ser oferecido, não imposto:

  • Escreva "Leia para pedir, ou chame a gente" no display, e não só "Leia o QR code".
  • Prepare a equipe para anotar pedidos pessoalmente sem cara feia.
  • Mantenha o cardápio rápido e com fotos, para ser a opção fácil para quem gosta.

Um QR code por mesa ou um para o restaurante todo?

Os dois funcionam. Escolha conforme a frequência com que você muda as mesas de lugar:

Um código por mesaUm código para o cardápio
Número da mesaPreenchido sozinhoO cliente digita
ImpressãoUm display numerado por mesaO mesmo display em todas
Mudar ou juntar mesasOs displays precisam acompanhar a mesaNada muda
Risco de mesa erradaBaixoÀs vezes o cliente erra o número

Se começar com um código só, imprima o número da mesa bem grande em cada display, ao lado do código. Para impressão e posicionamento, leia como fazer um cardápio QR code.

Como começar sem bagunça?

  • Comece por um salão ou um turno, e não pelo restaurante inteiro num sábado à noite.
  • Defina quem acompanha os pedidos que chegam. Uma tela ou um celular, uma pessoa responsável.
  • Marque os pratos esgotados no cardápio antes do serviço, para ninguém pedir o que acabou.
  • Confira preços e alergênicos no cardápio digital: o cliente confia nele tanto quanto no impresso.
  • Peça a opinião dos clientes depois da primeira semana e ajuste o texto do display.

Quanto custa?

O cardápio e os códigos podem ser de graça: nosso comparativo de cardápio digital grátis mostra o que cada plano inclui, inclusive limites de pedidos. Os planos pagos acrescentam relatórios, impressão ou pagamento. Se o cliente pagar online, conte com a taxa por transação.

O que o pedido na mesa não deveria custar é uma porcentagem de cada pedido. Isso é coisa de app de delivery, e explicamos a diferença em pedidos online sem comissão ou apps de delivery.

Veja o que cada plano da Acuolina inclui na página de preços, comece de graça ou leia mais guias sobre cardápio QR no blog da Acuolina.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre totem de autoatendimento e QR code na mesa?

O totem é uma tela touch no salão ou no balcão onde o cliente monta o pedido. Com o QR code na mesa, o cliente faz a mesma coisa no próprio celular, sentado. O totem exige equipamento para cada tela; o QR code só precisa de displays impressos.

Como funciona o pedido pelo QR code na mesa?

O cliente lê o código na mesa, vê o cardápio no celular, coloca os pratos no carrinho, informa ou confirma o número da mesa e envia o pedido. Ele chega no painel, numa impressora, no WhatsApp ou por SMS, e a equipe prepara e serve como sempre.

Preciso de um QR code diferente para cada mesa?

Não necessariamente. Alguns sistemas imprimem um código por mesa para o número ser preenchido sozinho. Outros, como a Acuolina, usam um código só para o cardápio e pedem o número da mesa na hora do pedido, o que facilita imprimir e trocar os displays.

O pedido na mesa substitui o garçom?

Não. Ele tira do garçom as idas e vindas para anotar pedidos, e sobra mais tempo para servir, tirar a mesa e sugerir pratos. Quem preferir pedir pessoalmente sempre deve poder.

O cliente pode pagar pela mesa com o QR code?

Alguns sistemas incluem pagamento na mesa, normalmente com taxa por transação. Outros, como a Acuolina, recebem o pedido e deixam o pagamento no caixa ou na maquininha de sempre.

Quando o totem compensa mais que o QR code?

Em fast food e operações de balcão com muito volume, onde o cliente pede em pé e retira no balcão. Em restaurantes com mesa, bares e cafés, o QR code costuma resolver o mesmo problema sem comprar equipamento.

Seu primeiro pedido direto, hoje à noite.

Crie seu cardápio em minutos e use todos os recursos do Chef grátis por 14 dias. Depois continue no Basic de graça, ou faça o upgrade.

Começar meu teste grátis